Immanuel Kant
Especificamente, emprega-se o termo antinomia dentro da crítica Kantiana do sistema de ideias cosmológicas na Crítica da Razão Pura (1781). Kant (1724-1804) fala da «antinomia da razão pura que consiste em usar idéias transcendentes com o fim de obter conhecimentos relativos ao mundo».Kant salienta que "Uma tese dialéctica da razão pura deverá, por consequência, possuir algo que a distinga de todas as proposições sofísticas e é o seguinte: que não se ocupe de uma questão arbitrária, levantada apenas por capricho, mas de um problema que se depara necessariamente à razão humana na sua marcha; e, em segundo lugar, que apresente, como proposição contrária, não uma aparência artificial que logo desaparece desde que como tal se examina, mas uma aparência natural e inevitável que, mesmo quando já não engana, continua ainda a iludir, embora não a enredar, e que, por conseguinte, pode tornar-se inofensiva sem nunca poder ser erradicada."
Não tenho a pretensão leviana e nefasta de comparar minhas idéias às de Kant. Nem tampouco comparar à dele minha capacidade de raciocínio, que por vezes penso ser maior do que realmente é. Trata-se apenas da constatação de que não vivemos, nós humanos, sem uma boa antinomia, que muitas vezes não é apenas uma situação bilateral, sendo até mesmo pluri...
E a partir daí, aí sim pretensiosamente, trata-se de tentar descobrir algumas verdades e inverdades inerentes a nós ou que fazemos inerentes a nós.
Começo então com uma dúvida que tem invadido meu espaço aéreo com a mesma freqüência que os mésons: A culpa é sempre nossa?
Não tenho a pretensão leviana e nefasta de comparar minhas idéias às de Kant. Nem tampouco comparar à dele minha capacidade de raciocínio, que por vezes penso ser maior do que realmente é. Trata-se apenas da constatação de que não vivemos, nós humanos, sem uma boa antinomia, que muitas vezes não é apenas uma situação bilateral, sendo até mesmo pluri...
E a partir daí, aí sim pretensiosamente, trata-se de tentar descobrir algumas verdades e inverdades inerentes a nós ou que fazemos inerentes a nós.
Começo então com uma dúvida que tem invadido meu espaço aéreo com a mesma freqüência que os mésons: A culpa é sempre nossa?
1 Comments:
Olá. Como fui eu sua fonte de inspiração para a criação deste blog, nada mais justo que eu inaugure os comentários. Sucesso e ânimo para postar com frequência. Use como escape, vc vai gostar!
Abraços.
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